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Domingo, 30 de Abril de 2006

LEI de BASES da EDUCAÇÃO

LEI de BASES da EDUCAÇÃO – A pluralidade de propostas Debate / polémica / preocupação – dos valores ao ideário político e outras coisas “As causas da Reforma - (do século XVI)- , variadas e específicas a grupos sociais, a regiões, revestem um carácter social fundado sobre uma insegurança geral.” Hoje, como no passado, ser reformista parece ambição que eleva o político aos escaparates para consta nos anais da História. Em Portugal, lavrar na senda reformista é intenção contagiosa, assim parece, de tempos a tempos, no pressuposto de que o que os antecessores fizeram era mau. Será estigma ou complexo sebastiânico nunca resolvido ? São estes pensamentos a propósito da ‘reforma‘ – mais uma – da Educação em Portugal, agora sob vários quadrantes e frentes, de que a Lei de Bases da Educação é o cerne da discussão. Centes de que da discussão nasce a luz, e seriamente preocupados não só pelo processo ‘reformista’ mas sobretudo pelo imperativo de que o debate deve ser provocado e proporcionado em cenário público e aberto, o Centro de Formação do Pinhal e o Sindicato dos Professores da Zona Centro levaram a efeito, no pp 10Nov., na Casa da Cultura da Sertã, um debate sobre a LEI de BASES da EDUCAÇÃO, evento que contou com o apoio da Câmara Municipal e da Comissão Provisória do Agrupamento de Escolas da Sertã. Para defesa e explicitação da respectiva proposta do Governo, compareceu o dr. Pedro Lopes, deputado do PSD – Partido Social Democrata, pelo círculo de Viseu; o Partido Socialista foi representado pela drª Cristina Granada, deputada eleita pelo círculo de Castelo Branco. O debate registou cerca de meia centena de participantes e foi moderado pelo prof. Carlos Costa, representante do SPZCentro. Após uma manhã de exposição de ideias e confronto de propostas, em sistematização e clarificação dos princípios, da axiologia e intenções que sustentam cada uma das propostas em debate, foram sumariamente presentes as conclusões gerais do mesmo, de que se releva o seguinte: Salvo a necessidade de alterações à actual Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86), por imperativos de adequação a ditames unionistas – da UE – não parece de todo pertinente produzir uma nova Lei Quadro da Educação; depreendeu-se e ficou mais ou menos dito que a LBSE é socializante; na proposta de Lei do Governo escancara-se a porta ao sistema paralelo protagonizado pelo ensino particular e cooperativo, com garantias de financiamento pelo Estado; excepto nos momentos e intervalos temporais e etários dos alunos, não há divergências na estruturação do percurso escolar, sendo comum o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos; diferente é o entendimento versado pelo PSD e pelo PS sobre a formação tecnológica e via profissionalizante neste processo: defende o PS a manutenção do ensino básico em 9 anos enquanto o PSD confina o ensino básico a 6 anos e subsequente ensino secundário, com possibilidade de encaminhamento dos adolescentes (13 anos) para o mundo do trabalho logo após o ensino básico/sexto ano de frequência da escolaridade obrigatória. O sector Pré-Escolar configura-se nos 5 anos de idade, em carácter facultativo, pugnando o Partido Socialista pela rede pública assegurada pelo Estado. No domínio dos pressupostos e princípios estruturantes relativos a problemáticas como a formação inicial e contínua dos profissionais da educação e, em particular, dos docentes, e da sempre quente e questionável ‘avaliação’, as preocupações, questionamento, reservas da justeza e equidade dos procedimentos nos processos foram uma constante, as vozes foram praticamente unânimes em reconhecer a necessidade da avaliação e do reconhecimento do mérito profissional. Objecto de discussão foi também a perspectiva de uns e outros acerca da organização sistémica e administração das escolas, sendo o busílis a proposta de modelo assente no gestor profissional, professor ou talvez não, com esta última possibilidade de todo enjeitada e rejeitada, como se ouviu de vozes presentes. Uma certeza se regista, a mudança está em curso... nada será como dantes. Se no entender do Governo / coligação PSD-CDS/PP ”A missão fundamental da educação é hoje, mais do que nunca, fornecer a cada pessoa os meios para o desenvolvimento de todo o seu potencial...” cujas finalidades são “aprender a ser e a viver juntos, aprender a estar, aprender a conhecer, aprender a pensar e aprofundar autonomamente os saberes e as competências”, aliás à luz dos 4 pilares da educação inscritos no relatório para a Unesco da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, com que foi aberto o debate na comunicação proferida pelo Director do Centro de Formação do Pinhal, já a drª Cristina Granada, deputada do PS, corroborando estas finalidades destacou a importância fundamental do pilar que é o “aprender a aprender”. A Educação do presente exige mais, as necessidades são outras, impõe-se estar a passo com a evolução tecnológica...mas não pode vergar-se à Lei do ‘mercado’. Porque a Educação é um ‘tesouro a descobrir’, registamos as palavras com que o Presidente da Câmara da Sertã concluiu a sua intervenção: os que acham que a educação é cara, experimentem o preço da ignorância. Sertã, 27 de Novembro de 2003 Alfredo Bernardo Serra
publicado por AlfBernardo Couto às 23:30
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Sábado, 29 de Abril de 2006

versos desiludidos

RECADO APELO AOS POLÍTICOS “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o Mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades”. Camões Em tempos idos os alquimistas Transmutavam a matéria em ouro, No segredo das secretas oficinas Multiplicava-se o verbo Saber Obra dos deuses em reincarnação Os sábios na busca da pedra filosofal Pela perenidade do existencial viver. Os cofres estão hoje quase vazios Mesmo que se trabalhe feito mouro O ouro tem brilho de morte. Vende-se latão por dito cobre A argentina sedutora por prata falsa. Solto anda o diabo a amassar o pão Que inferniza o humano viver. Ó mundo insano e cruel, D´ Iscariotes Judas traidor! Deixa-nos do trabalho o suor Mais valioso qu´os trinta dinheiros Pagos p´los fariseus hipócritas Vós, do mundo lascivo e corrupto, Ouvi, politiqueiros ébrios do Poder! Será que não vêdes nas praças e ruas O rosto sofrido da barraca húmida Na subhumana catacumba A fome do Povo sedento de Justiça? Será que não vêdes este abrigo destelhado A rebentar pelas costuras? Como cresce a enorme multidão Dos sempre pobres escravizados Construtores dos vossos palácios E avenidas jardins do vosso ócio. Será que não vêdes nas praças e ruas Os passos perdidos do desemprego? Esbugalham.se mais os olhos de fome Incha a barriga à míngua de pão! Cuidai, pois, vós que tendes o Poder De acudir ao Povo que sofre! Usai na Democracia a melhor Política Vossa inteligência, arte e engenho Sem vos quedardes ante o espelho. Abri as portas e janelas do progresso Em nome da Paz, Amor e Justiça! ‘Olhai os lírios do campo’ e dos partos a dor. ‘Os pobres não precisam de flores nos cabelos para pedir esmola’ de migalhas não se faz misericórdia. Na mudança dos tempos, mudem-se as vontades, No respeito do Ser, conquiste-se a confiança; Todo o Mundo seja composto de abastança Tomando sempre novas qualidades a Humanidade. * 1 Nov.2002 – Proença-a-Nova COBIÇA, ÁGUA, PÓ... Correm ligeiras as águas Por entre margens apertadas Em turbilhão rolam as mágoas Das vidas em remoinho afogadas. É grande o bulício das gentes No afã pelo El Dorado. Mudam-se as vozes, sentimentos Por um só cêntimo furado. Perde senso este viver De tantas guerras vencido Na vã conquista do Poder. Veste de luto a Vida morta Por alcançar a eternidade: Tudo em pó se transforma. Sertã.2003 E VÃO 30... Valeu trinta dinheiros O beijo de Judas a Cristo Homem na Cruz imolado Em remissão do pecado primeiro. Tem um mês trinta dias Trinta missas um trintário Por causa de um Pilatos Ganha campo a hipocrisia. Trinta velas tem o navio No meu mar de trinta ondas Maré cheia maré vazia Na costa da vida agreste O mais forte casco s´arromba. Mas a Esperança recrudesce! LER INFÂNCIA É preciso Conhecer, ouvir E ver, Ler infância Nas linhas Dos rostos dos homens Que não São homens Livres Nos olhos Das mulheres Que são Tudo menos mulheres seres Humanos sonhos No crescer Dos seus filhos Meninos que como elas e eles Nunca foram meninos. · Publicação em ‘Correio Sindical’, Junho 1997, nº24, Jornal do Sindicato dos Professores da Zona Centro, Coimbra, p.17. AMOR TÃO PRÓXIMO... Procuremos somente a beleza, que a vida É um punhado infantil de areia ressequida, Um som de água ou de bronze e uma sombra que passa... (Eugénio de Castro) A beleza é o amor na Vida! Basta só procurar com olhos de ver E o Amor a dois querer encontrar. Belo é o Amor, Paixão a Diva. Ao ver-te, Diva, o Belo encontrei... Mas Paixão cruel logo em mim senti. O futuro era sombra que passa. Antes de mim, outro amor era teu. Senti-me atraiçoado pelos deuses! Até qu’ um volte-face em vespertina Muda o rumo das coisas entre nós: Um encontro fortuito faz renascer Num instante amor a esperança De seres minha. Restava teu sangue, Paixão exangue Amor tão próximo. Sublimou-se a Diva em Am(or)izade. Covilhã/PªNova) 1982 – 2003/Sertã
publicado por AlfBernardo Couto às 20:23
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Natal é Poesia

NATAL DE TER E HAVER

 No frio escuro da gruta

Lá no oriental fim do mundo

Nasceu ao brilho da lua

O Deus - Menino - Jesus

 

Nas profecias anunciado Redentor

Para remissão do pecado original.

Veio ao Mundo o Messias-Salvador

Feito Deus Homem sem igual,

 

Trouxe à Terra a bela mensagem

 De Paz e Amor,

hossanas à Vida!

Porém, volvidos já dois milénios,

De Cristo quase só resta a homenagem

Em memória de seu natal,

um dia De ter e haver,

que não de sentir fraterno.

 1999-12-08 Aelf Raed

 

 NATAL PROLIXO

Foi o Natal de um Menino - Deus

Acontecer em Belém numa gruta

Por berço palhas de manjedoura ter

No querer sentir a humana natura.

 

De promessa divina cumpridor,

Veio ao mundo Jesus Menino

Adão e Eva do pecado redimir

E devolver o Éden ao Povo sofredor.

 

Ido o Natal dos Pastores e Magos d'Oriente,

Vil continuou Herodes e a serpente livre

O Homem a cavar a própria sepultura

Por actos e pensamentos na indiferença

 

O progresso do Natal é vazio e prolixo:

De plástico são os valores e crenças, a rua.

 

P.ª Nova, 30 -11-1998 Aelf Raed Al Frido · Publicação em ‘Correio sindical’, nº29, Nov./Dez.1998, Coimbra, Jornal do Sindicato dos Professores da Zona Centro, p.54. · Publicação em ‘Voz da Minha Terra’ nº314 – 25Dez.1998, Mação, p.9

 

FUTURO TOTAL

 

Na celebração desta ímpar efeméride,

Os 1996 natais de Cristo Jesus,

A escassos anos do fim de século

E também de milénio,

Alimenta-nos a Esperança única

De um novo amanhã

Com linha de horizonte

Sempre mais além

Perspectivada num futuro

De Humanidade total!

 

 Aelf Raed Al Frido Proença-a-Nova, 12 de Dezembro de 1996 ___________________________ * Publicação em ‘O Cruzeiro da Juventude’, Dez.1996, Proença-a-Nova, p.8

 

SERVIÇO E ALEGRIA

Adormeci e sonhei

Que a vida era só alegria.

Despertei e vi

Que a vida Se resumia em servir.

Servi...e vi Que servir é alegria.

 

Robindranath Tagore

 

Quando todo o Cristão

O Homem só pensar

Como Tagore, então

Já e sempre a amar

Se viverá a Vida

De rostos um Sorriso

Na dor e n'alegria

Cada gesto um serviço.

Quando assim for:

Só Paz e Amor,

Serviço e Alegria...

Então, sim, será Natal

Em cada minuto existencial

A vida real será Vida! (1979/ 08-12-1999) Aelf Raed * Publicação em ‘O Cruzeiro da Juventude’, Dez.1999, Proença-a_Nova, p. 11 LEMBRANÇAS DE

 

NATAL

Vinte e quatro de Dezembro

Família em noite de consoada.

E com que saudades me lembro,

Deus meu, da infante madrugada.

 

Bem acesa, grande e quente a lareira

Para o Menino não tremer de frio.

Tamanho calor enchia a casa inteira,

Tanto era o amor no presépio –vivo.

 

No Natal vinham os presentes

Do Menino Jesus sempre pobre

Que aos Pais, padrinhos e avós,

Dava saúde e paz às nossas gentes.

 

Ao calor do madeiro da aldeia

Com a benção da missa do galo

Celebrava-se com alegria verdadeira

De Jesus –Menino o Santo Natal. * Versão diferente foi publicada em ‘Expresso do Pinhal”, 18Dez.2002, Sertã, p. 33

 

 

DO NATAL, RESTA ESPERANÇA!

Natal! É verdade,

É outra vez Natal!

Óh! Que felicidade

Esta sempre sem igual!

Mas, óh vil tristeza!

Porquê esta dita alegria

Só no ano uma vez?

Apenas no festivo dia

Do histórico Natal?

Afinal, imperam no resto do ano

O ódio, a vingança e a guerra

A miséria e a fome mundial...

Resta do Natal viver Esperança

No Amor pela Paz, a Vida na Terra! (20-12-78/8-12-99) -- Aelf Raed

 

QUADRAS de NATAL

Que importa

Que celebres o Natal

Se para além da porta

És como dantes: igual!

Natal um dia só

Entre tantos mete dó!

De que vale o Natal celebrar

Se a guerra amanhã continuar?

Em Belém da Judeia

Para bem do Mundo-aldeia

Veio nascer Jesus-Menino

De Maria o Verbo Divino.

 

NATAL PEREGRINO

- Natal! Natais?

Olá, como estais?

 - Cá estou outra vez

Com a Graça de Deus.

- Descansai um pouco, amigo,

Pois pareceis - me cansado,

De assim feito peregrino.

- Engano, teu, companheiro.

Só o coração sinto agastado

Pela ausência do Amor verdadeiro.

- Mas, então, não é o Natal de Paz e Amor?

- Lá isso, é verdade, meu irmão,

Mas os homens continuam a matar-se

Com ganância e ódio no coração.

- Fica, pois, comigo, larga o teu bordão

E deixa de peregrinar por esse mundo fora!

- Bem-hajas, amigo, mas não posso desistir...

Serei Natal-peregrino até o Amor ser Vivo.

E, olha, tua amizade não é verdade

Porque te cansas de viver a amar.

 

A IDOLATRIA DO NATAL

De Jesus o Nascimento,

Aos vinte e cinco de Dezembro.

Bendita festa de Natal

Paz e Amor, Alegria e tantas luzes

A nível mundial

Brilham as estrelas no céu.

É já cortado o verde pinheiro

Para árvore de natal

Esperança iluminada

Jogos de luz eléctrica

E flocos d´algodão-neve

Fofos tufos de musgo verde

Toalha-chão da humilde gruta.

Obra d´arte são os presépios

De mil figuras, Jesus, José e Maria.

Mas muitos mais são os prosélitos

Que tão só cometem a idolatria.

É a Consoada em Família

No esquecer vão da dor

Por entre egoísmos e tlim-dinheiros

Soam palavras e risos de gozo

Ante a sinceridade na vivência natalícia.

Anda, daí, vamos à missa do galo!

Vem ver, é dia de Natal!

Mais me faltava ser galo na missa

O natal é um dia só.

Já estão ao borralho os sapatos

À espera dos presentes muito caros.

Já a fogueira é toda cinza de muito trabalho

E só amanhã dia vinte e cinco é Natal.

Assim se comemora mais um Natal.

Em azáfama comercial a retalho

Na dor ocorre mais um parto

Uma vida morre em agonia sem igual

Por um qualquer prazer carnal

Se continua a viver na morte viva

Ao lado da Vida num falso abraço

É traído o Dia de Natal

No Chile e em Portugal

Na Coreia e em França

Na Palestina e na Irlanda

Em Angola, Timor e Moçambique

Na Suécia, Itália e África do Sul,

Repete-se a História de Pilatos

Para Herodes na condenação de Jesus.

Há tantos mil Natais

Nasceu Jesus o Salvador!

E o Mundo não é feliz!

Enquanto se diz que é dia de Natal!

Dezembro 1981 (Alcochete) 1 Nov.2002 (Proença-a-Nova) * Publicação em ‘Expresso do Pinhal”, 18 Dez.2002, Sertã, p. 33

 

NATAL RENOVADO

Dois mil natais celebrados

Tantos anos de Jesus-Natal

Sem que dos homens os actos

Sejam de Paz e Amor fraternal.

Fausto e luminoso é o natal

Moderno da civilização global.

Porém, pobre e frio continua a ser

O viver das gentes sem pão p’ra comer.

Reedita-se ano após ano o Natal

Do Menino Jesus Cristo Redentor.

Porém, esta Humanidade mortal

Continua a rejeitar o Salvador.

Falta Nascer Jesus

na Terra outra vez

No coração do Homem todos os dias

Pela semente da Palavra de Deus.

Então o viver será presépio vivo !

Proença-a-Nova, Nov./Dez.2002

 

Mais uma vez... Natal!

Era uma vez...

mais uma vez é Natal!

Tempo de tréguas nas trincheiras da guerra

Tempo de luz e harmonia fraternal!

Parece pairar o Amor sobre a Terra.

Porque dizem os sábios entendidos

Que nesta altura nasceu o Rei de Judá Filho de Maria ,

o Verbo Divino Feito Cristo Redentor da Humanidade.

De Jesus Menino o humano Natal

Se convencionou dia vinte e cinco

Para justos, néscios, ricos e pobres

Hossanas são as do coro celestial.

Mas eis finda a quadra festiva de Natal

E de novo a vida perde sentido:

O inferno é real, o Mundo sofre!

Já dobram os sinos pela vida mortal.

 24 Dez.2002

 

NATAL DE HOMEM PEQUENINO

Natal de Jesus Menino

Para cumprir as Escrituras,

Nasceu Jesus da Virgem Maria

Entre animais numa gruta.

Natal de Jesus Redentor

Para expiar o pecado original,

Nasceu Cristo Salvador

Para na Cruz morrer (i)mortal.

Natal de Jesus Verbo Divino

Deus-Filho feito menino

Para dos mortos ressuscitar.

Natal de Jesus Cristo Messias

Corpo e Sangue Pão da Vida.

Mas continua o Home pequenino.

Sertã, 28 Nov. 2006 **************************************

 

NATAL, PRECISA-SE!

Vive o Mundo de amor e orgias

Noites e dias em dor e prazer.

Tudo se vende e compra à porfia

No engano da volátil riqueza.

Este Mundo de fé em bustos e ídolos

Vive na crença material com o esotérico

Por panaceia para tudo, sorte e mil perigos.

Afoga-se o Mundo em overdose sem remédio.

Volta, Profeta do novo baptismo

Ao Jordão, e renova as águas mortas

O corpo e alma com Teu sopro divino!

Volta, Profeta do Mandamento Novo!

Devolve ao Povo a nudez das Hordas do Éden,

a Lei de Moisés, Natal de novo! Dez. 2006

 

Natal de Homem Pequenino
 
Natal de Jesus Messias
Para cumprir as Escrituras,
Nasceu Jesus da Virgem Maria
Entre animais numa gruta.
 
Natal de Jesus Redentor
Para expiar o pecado original,
Nasceu Cristo o Bom Pastor
Para na Cruz morrer (i)mortal.
 
Natal de Jesus Verbo Divino
Deus-filho feito menino
Para dos mortos ressuscitar.
 
Natal de Jesus Cristo Messias
Corpo e Sangue Pão da Vida.
Mas continua o Homem pequenino.
 
Sertã, 28 Nov. 2006
 
Bernardo Couto
publicado por AlfBernardo Couto às 20:05
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O que somos não importa

Na vida não importa o que somos, De nada deve valer quem fomos, O mérito não reside no que dizemos ser. NA vida o que mais importa É o ser, como somos e porque o somos Na relação com os outros E com nós mesmos. Ser eu próprio!
publicado por AlfBernardo Couto às 19:51
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