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Paróquias de Proença

Ao Serviço do Evangelho

 

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GRUPOS SINODAIS EM AÇÃO

 

Família – Natureza e Missão

É este o tema para o 3º ano do Sínodo Diocesano. Os grupos Sinodais estão já em atividade na nossa Unidade Pastoral. A preparação do 1º tema aconteceu no passado dia 18, com animadores dos respetivos grupos e novos elementos que, nas suas terras, se preparam para refletir os temas propostos para este 3º ano da caminhada sinodal na Diocese de Portalegre-Castelo Branco.


O 1º tema: “No principio era assim…” foi desenvolvido pelo Prof. Alfredo Serra, um dos membros da Assembleia Diocesana. Começou por explicar a estrutura do guião que este ano difere um pouco dos anos anteriores. Tem um texto bíblico base, um conjunto de perguntas e um conjunto de sugestões bibliográficas.

Os grupos funcionam de acordo com a disponibilidade dos seus membros (estão abertos à comunidade e à entrada e participação de todos os cristãos), normalmente 1 vez por mês, nos locais e horas combinados entre todos no seu grupo.
O Sínodo é uma manifestação da responsabilidade partilhada na missão que é de todos os cristãos. Foi neste sentido que o nosso Bispo, D. Antonino convocou o Sínodo no dia 05 de Outubro de 2011 e pediu a participação de todos no sentido de tornar a nossa Igreja mais viva, ativa e participativa.

Este é pois o momento de todos participarmos, é uma especial experiência do que é ser cristão e do que é ser membro da Igreja para o mundo.

Porque queremos comprometer-nos com a vida da nossa Igreja e viver a nossa fé com autenticidade e verdade, vamos todos participar com empenho e responder afirmativamente ao nosso Bispo e aos nossos párocos.

© 2008 Todos os direitos reservados.

publicado por AlfBernardo Couto às 14:10
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DO ANO DA FÉ PARA O ANO DA FAMÍLIA CRISTÃ

DO ANO DA FÉ PARA O ANO DA FAMÍLIA CRISTÃ

Alfredo Bernardo Serra

No próximo dia 24 de novembro, encerra-se na diocese de Portalegre-Castelo Branco o ano da fé. Este ano da fé foi vivido sob a luz do círio peregrino, e com certeza uma oportunidade de experiências novas no ser cristão, pela comunhão da fé, na adoração do santíssimo e no sentir dentro de si a comunhão eucarística; por certo o ano da fé contribuiu para muitos cristãos serem hoje mais esclarecidos na fé, nomeadamente porque implicados no sínodo diocesano.

Na exortação apostólica do Papa João Paulo II sobre a família, Familiaris Consortio (1981), lê-se: «…a Igreja, sabedora de que o bem da sociedade e de si mesma está profundamente ligado ao bem da família, sente de modo mais vivo e veemente a sua missão de proclamar a todos o desígnio de Deus sobre o matrimónio e sobre a família, para lhe assegurar a plena vitalidade e promoção humana e cristã, contribuindo assim para a renovação da sociedade e do próprio Povo de Deus.»

O próximo ano pastoral centra-se na família. Sendo a família a célula da sociedade, também a família se constitui na paróquia como a sua célula-mãe e portanto corresponsável nuclear na vitalidade cristã da comunidade eclesial dessa mesma paróquia. Por isso, faz todo o sentido que se desenvolva uma catequese de família.

Como esperar vivência cristã duma criança ou adolescente se o seu pai ou mãe ficar à porta da igreja enquanto lá dentro se celebra a eucaristia? Dificilmente uma criança ou adolescente desenvolve em si o culto da oração se não se rezar na família.

A família não se pode demitir da educação cristã dos seus filhos. Não basta entregá-los à catequese. É preciso acompanhar a frequência da catequese, os pais devem interessar-se por saber de que se fala e aprende na catequese dos seus filhos, para isso conversando com eles e mesmo conhecendo o catecismo. Por outro lado, não se pode e muito menos deve a catequese ser vista apenas como uma obrigação, a jeito de tradição, ou por necessidade, para que um dia mais tarde possa casar na igreja ou ser padrinho/ madrinha de baptismo.

Aproveitemos pois o próximo ano para cultivar a família cristã, uma família que celebra a liturgia em assembleia de fiéis, uma família que participa em peregrinações, uma família que tem uma relação próxima com a palavra de Deus, lê a Bíblia em casa e reza unida.

Conscientes de que «o futuro da humanidade passa pela família» (João Paulo II), recuperem-se os valores da boa moral e padrão natural do grupo família com um pai-homem e uma mãe-mulher à cabeça; sejam os filhos educados naturalmente pelos progenitores e adultos próximos da mesma família, na valorização do respeito pela vida, na afirmação dos laços familiares, no discernimento dos papéis dos membros da família. Tome-se como modelo a Família de Nazaré, sem dúvida protótipo e exemplo de todas as famílias cristãs, alimentadas na fé que, como referido nas “indicações pastorais para o ano da fé”, «é companheira de vida, que permite perceber, com um olhar sempre novo, as maravilhas que Deus realiza por nós.»

Proença-a-Nova, 4 de outubro de 2013

(publicado em O Concelho de Proença-a-Nova, 10out2013)

publicado por AlfBernardo Couto às 14:03
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na austeridade com caridade crónica LXIII Ecos da Sobreira

No princípio era assim…sob o signo da Família

 

No princípio era assim…

Deus criou-os homem e mulher com igual dignidade mas diferentes e complementares entre si, e disse-lhes: crescei e multiplicai-vos. (livro do Génesis)

Na exortação apostólica Familiaris Consortio (1981), o então Papa João Paulo II escrevia: «A Família nos tempos de hoje, tanto e talvez mais que outras instituições, tem sido posta em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura.»

É facto que o assunto família tem vindo a ganhar espaço e lugar nas conversas comuns, nos debates sociais e até nos programas políticos. Parece que tudo é culpa da família e à família tudo é devido. À família tudo se promete e da família tudo se espera. Questiona-se a matriz de família e legisla-se em abono de nova organização familiar.

Quase nos apetece gritar: para onde vais família? Que fizeram de ti?

O dicionário elementar ensina-nos que família é «conjunto de pessoas ligadas por laços de consanguinidade, que vivem na mesma casa, especialmente o casal e os filhos; agregado familiar. Conjunto de pessoas ligadas por quaisquer laços de parentesco, vivendo ou não na mesma casa.» Em sentido lato, aplica-se também a família humanidade.

Como aceitar pois que se considere família um grupo de pessoas formado por duas pessoas do mesmo género/sexo? E mais grave ainda é que a este suposto ‘casal’ antinatura se permita a adopção de uma criança!

A família natural é a unidade básica da sociedade, o núcleo social privilegiado para o crescimento e socialização primeira da pessoa, «o ambiente propício para o desenvolvimento integral do ser humano» (D. Antonino, bispo de Portalegre-Castelo Branco, carta pastoral ‘Cinco pães e dois peixes, 2012). Urge pois arrepiar caminho no campo social e travar batalhas dignas e legítimas pela reposição dos valores fundamentais que enformam a matriz da família natural.

A propósito, o Papa Francisco determinou que o próximo ano apostólico seja centrado na família. E neste mesmo espírito, a família foi celebrada no dia 26 de outubro na Praça de São Pedro, em Roma. Também o ano sinodal 2013-14 da diocese de Portalegre-castelo branco vai ter como tema de reflexão e propositura «a natureza e missão da família».

No princípio de que a família é realmente uma comunidade de pessoas, na qual os pais homem e mulher são chamados a cumprir o dom da vida que lhes foi outorgado pelo criador mas também a serem transmissores de valores fundamentais: a verdade sobre o homem, a génese e essência da vida, o primeiro conhecimento e a cultura de família, assim se assuma a família como a primeira comunidade educativa e fundamental escola de sociabilidade da criança.

Porque «o futuro da humanidade passa pela família!» (João Paulo II, Familiaris Consortio, 1981)

  

  

Proença-a-Nova, 20 de Outubro de 2013

publicado por AlfBernardo Couto às 13:49
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