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Sexta-feira, 3 de Julho de 2015

À PROCURA DE… ECCE HOMO (?)

CRÓNICAS DA CONDIÇÃO HUMANA – LXXX Alfredo Bernardo Serra À PROCURA DE… ECCE HOMO (?) É da condição humana a busca de si mesmo na ânsia da realização plena, a busca da humanidade na sua essência. E neste querer conhecer-se, o homem vai para além de si, transcende-se na descoberta da sua natureza humana e por ela mesma caminha ao encontro da entidade superior a que chama deus. Certamente por isso encontramos referências divinas em todas as civilizações, povos, tribos, etnias, culturas humanas. Desde os primórdios que o Homem tendeu à divinização de diferentes elementos da vida e da natureza, como é próprio do Vodu, e assim fizeram os egípcios, gregos e romanos: deus Hélios - do sol para os gregos e para os egípcios o deus Rá ou Re; da tempestade (Hadad-deus sumero-babilónico); deusa das florestas e dos pastores (Fauno/Pã–romanos); adoração das águas do rio (índios, gregos, hindus,…), até à criação de deuses para os sentimentos, atitudes e o que é simples e naturalmente da condição humana como o amor: deuses Eros e Cupido-gregos, deusa Afrodite-grega e Vénus-romana; deus da guerra: Marte-romano e Ares-grego; para a paz a deusa Irene dos gregos e para os romanos a deusa Pax. Também a beleza tinha os seus deuses: Apolo-gregos, Asclepio – deus grego da medicina) e claro à morte presidia a respectiva divindade: Anúbis e Andjey para os egípcios, o deus Hades nos gregos e Cronos-romano, Kala (deusa hindu da morte d a destruição) Masha ou Dama Branca para os ;Celtas, Azrael - o Arcanjo da Morte islâmico (Islão) é também o Anjo da Morte na tradição e folclore judaico-cristãos. Muitos nomes de deuses e deusas têm sido atribuídos a isto e àquilo, para este ou aquele fenómeno da natureza, símbolo ou facto da vida humana no plano das religiões. E claro também àquele que é o criador e senhor da vida e de todas as coisas, ao deus dos deuses é dado um nome próprio (referimos apenas alguns desses nomes dados ao deus supremo que controla as forças naturais e o destino humano): Zeus para os gregos e Júpiter ou Dis Pater segundo os romanos, Brama no hinduísmo, Alá para o Islão, Ihavé/Javé/ para os judeus, Deus para os cristãos. Em leitura pela mitologia e breve análise das religiões à luz da antropologia nas diferentes culturas civilizacionais da humanidade, somos levados à inevitável conclusão da necessidade incessante do homem viver uma espiritualidade que tanto o anima na sua peregrinação quanto o ajuda a sentir-se ser vivo umbilicalmente ligado ao Criador e protector dos seus dias, a quem chama Deus. Mesmo os que fundam a existência apenas na mutação da matéria e evolução das espécies numa interpretação racional da vida e das suas dinâmicas, mesmo estes, mais cedo ou mais tarde, acabam por vacilar sob a razão e, que mais não seja intelectualmente dominados pela emoção no questionamento do conhecimento de Si e consequente dúvida acerca da própria vida e seu declínio, na consciência de que a juventude se foi e o corpo não é eterno, admitem a força sobrenatural, algo mais para além desta sua vida experienciada, enfim, não põem de parte a “entidade superior” às coisas, “o ser divino”, afinal, lá no fundo, podem não o dizer mas admitem que Deus existe. Porque então se pergunta: que é o homem? Que sou eu?… Eu, que tinha poder…eu, que (co)mandava…eu, que era amado…eu, que tinha forças… Eu, que era… Veio o dilúvio, e tudo levou. Vivi a guerra, e perdi tudo. Perdi a fortuna…roubaram-me e foi-se o tesouro…Sofri com a doença…Veio a morte e levou-me a mãe e o filho… Voltei-me para Deus, e renasci. Busquei no interior da alma…encontrei Ecce Homo, Jesus, e acreditei. Converti-me, abracei a Cristo, e renasci das cinzas feito homem novo, porque unido ao único e verdadeiro Deus. Proença-a-Nova, 22 de Fevereiro de 2015

publicado por AlfBernardo Couto às 11:10
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