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Domingo, 21 de Setembro de 2014

Cidade mundo sem pontes

Cidade mundo sem pontes

 

No bulício frenético da cidade

Agita-se o coração mais sereno

No corre-corre da gente apressada.

Veloz e fugaz é todo o urbe tempo.

 

Vive o formigueiro à superfície

Nos passeios ruas e avenidas

Tudo é movimento em corrupio

Talvez cuidar só presente da vida.

 

Nos bancos dos jardins e das praças

Há velhos sós, crianças riso e pombas.

Tem a cidade toda a sua graça

 

Nos rostos há saudade e tantos sonhos.

Nos olhos das gentes gotas salgadas.

Reina a ilusão num mundo sem pontes.

 

                                 AlfBernardo Couto

(Stª Marta do Pinhal 26ag2014/PªNova 21set2014)

publicado por AlfBernardo Couto às 20:18
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