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Segunda-feira, 14 de Junho de 2021

Ideologia de género nas escolas

Ideologia de género nas escolas

Alfredo Bernardo Serra

O texto que se segue enquadra o apelo a assinar uma petição sobre o que está a acontecer nas escolas espanholas sobre a doutrinação da ideologia de género e valores correlacionados: “Emergencia en las aulas (sala de aula de emergência) - «Eles falam da masturbação. Eles falam da penetração anal. Eles falam de mudar de sexo à vontade. Eles estão devastando a inocência das crianças, e não um projeto. Está acontecendo agora, em escolas espanholas.

Mas há muitos pais, muitos avós, irmãos mais velhos, mesmo dispostos a parar esta onda de crianças de doutrinação na ideologia de género.

O que antes parecia impossível, agora é possível.

ASSINE A PETIÇÃO: Casado Rivera, Abascal: não deixe ideologia de gênero mata a inocência das crianças. Pin Parental agora! [Teresa Garcia-Noblejas e a toda equipe HazteOir.org]».”

A ideologia de género “É um conjunto de ideias anticientíficas que com propósitos políticos, destrói a sexualidade humana da sua realidade natural, e explica-a somente pela cultura.  Não existiria sexo masculino ou feminino, mas nascer-se-ia neutro.”

Segundo esta corrente, “Não somos influenciados pelo sexo biológico, anatómico e cromossomático. O que somos é influenciados social e culturalmente, o que acaba por nos identificar com um determinado “género.” Ou seja: somos do género que desejamos ser e esse estado/pensamento/autoperceção, define o nosso género, de momento, que pode mudar todas as vezes que nós entendermos.” Segundo o consultor e especialista da ONU, Vitit Muntharbohrn, “Haveria 112 géneros”.

Em absurda descontrução da identidade biológica, afirma-se assim levianamente a negação da evidência sexo masculino ou sexo feminino! E proclama-se a diversidade sexual. Aberrante moral!

Nesta corrente de teorias em linha com a ideologia de género, aflora também a ideia de que “A família composta por um homem e uma mulher, estaria ultrapassada, e seria uma invenção religioso/cultural que tem de ser desconstruída.”  Ainda neste quadro, segundo a ideologia de género e defensores da LGTBI, “O matrimónio e a maternidade são formas de oprimir e subjugar o género feminino, e restringem as suas liberdades e oportunidades.”

Impõe-se registar sem medos nem peias o seguinte: “Na Inglaterra subiu para 1000 o número de crianças, com doenças psíquicas devido à aplicação da ideologia de género.”

Infelizmente, em Portugal começamos a ser confrontados também esta triste realidade. Na sequência da Lei n.º 38/2018, de 7 de agosto, que veio estabelecer o direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e à proteção das características sexuais de cada pessoa, recentemente, e por iniciativa dos  Gabinetes da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade
e do Secretário de Estado da Educação, foi publicado no dia 16 de Agosto, em Diário da República, o Despacho n.º 7247/2019, que no seu artigo 1.º «estabelece as medidas administrativas que as escolas devem adotar para efeitos da implementação do previsto no n.º 1 do artigo 12.º da Lei n.º32/2018».

Portanto, o referido Despacho é desde logo inconstitucional, pois não só promulga a cultura da ideologia de género nas escolas como comporta em si mesmo uma ingerência no direito que assiste aos pais na liberdade de escolha da educação dos seus filhos, como salvaguardado pela Constituição da República Portuguesa, no art. 36, nº. 5 e art. 43 nº- 2, onde está escrito: “Os pais têm o direito e o dever da educação e manutenção dos filhos” e “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas (...), políticas ou ideológicas”.

24 de Setembro de 2019

publicado por AlfBernardo Couto às 19:13
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