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Segunda-feira, 14 de Junho de 2021

O Partido político do cristão!

O Partido político do cristão!

Alfredo Bernardo Serra

O envolvimento na política «é uma obrigação para um cristão», frisa o Papa Francisco.

Há seis anos, no dia 5 de Julho de 2013, ao responder a perguntas colocadas por algumas das nove mil crianças e jovens de escolas e movimentos Jesuítas com quem se encontrou no Vaticano, o Papa Francisco disse: «Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão». Os cristãos não podem «fazer de Pilatos, lavar as mãos»: «Devemos implicar-nos na política, porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, visto que procura o bem comum», frisou Francisco, citado pelo site "Vatican Insider". «Os leigos cristãos devem trabalhar na política. Dir-me-ão: não é fácil. Mas também não o é tornar-se padre. A política é demasiado suja, mas é suja porque os cristãos não se implicaram com o espírito evangélico. É fácil atirar culpas... mas eu, que faço? Trabalhar para o bem comum é dever de cristão», apontou (Ecclesia, 7-6-2013).

Depois das férias de Verão, na entrada de Setembro, nós, portugueses, seremos bombardeados com a campanha política para as eleições parlamentares. No dia seis de Outubro seremos convocados ao exercício do direito de voto.

Se é verdade que se deve dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus, tal não deve servir de desculpa para não cumprir o dever cívico nem tão pouco cada um se deve escudar nisto para não fazer uso do direito a escolher os governantes que perfilham dos mesmos valores morais, socisais, culturais e estéticos, no respeito pela liberdade individual e colectiva, colocando-se a política em exclusivo ao serviço do bem comum. Portanto, o cristão deve ir votar e em consciência eleger os candidatos cuja ideologia partidária se enquadra na doutrina da Igreja. Logo, não é conforme à Doutrina da Igreja o ideário político do Partido que defende a prática do aborto e a eutanásia; é contrário à Doutrina da Igreja o endoutrinamento que promove a homossexualidade como coisa normal, tendência por comportamento que naturalmente deve e pode ser combatida na vontade pessoal e em negação dos instintos pelo controlo da natureza da carne e do sensório-emotivo;  não deve um cristão votar no partido político que promove e defende uma cultura simplista do casamento na perspectiva da união de facto a passos largos para o divórcio por dá cá aquela palha. Não é conforme à prática cristã a ideologia da escravatura, seja ela qual for, qualquer tipo de limitação da liberdade de expressão e religiosa.

O cristão não deve escolher para a governança da coisa pública homens e mulheres que se afirmam ateus, que atacam a Igreja de Cristo e negam a existência de Deus.

O cristão deve ser coerente na expressão de voto e na militância política com a fé que professa e em conformidade com a doutrina da Igreja de Cristo no plano dos afectos e do social. Logo, o voto do cristão deve ser dado a Partidos Políticos com princípios e valores alinhados com a moral e a doutrina social da Igreja Católica, Apostólica de Cristo.

  28 de Julho de 2019

publicado por AlfBernardo Couto às 19:04
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